Medidas bancárias frente ao COVID-19

Medidas bancárias frente ao COVID-19

Dando continuidade a cobertura das medidas que estão sendo tomadas por governos e agentes de mercado frente a crise do COVID-19, disponibilizamos uma atualização listando algumas medidas anunciadas pelos bancos brasileiros para auxiliar empresários e pessoas físicas.

 

BNDES

O BNDES anunciou as seguintes medidas:

  • 6 meses de isenção de pagamento de financiamento diretos ao BNDES;
  • 6 meses de isenção de pagamento de financiamento indiretos ao BNDES;
  • Ampliação de crédito a micro e pequenas empresas através de bancos parceiros – 5 bilhões;

 

Desenvolve SP

A agência de desenvolvimento do estado de SP vai liberar R$ 200 milhões para atender micro, pequenas e médias empresas no período, A taxa de juros mensal será reduzida de 1,43% para a partir de 1,2%. O prazo será estendido de 36 para 42 meses e o período de carência vai subir de três para nove meses. 

 

Banco do Brasil

O Banco vai liberar R$ 48 bilhões para reforçar as linhas de crédito empresarial.
Os recursos serão disponibilizados para capital de giro, investimento e antecipação de recebíveis e podem ser solicitados pelos canais digitais e nas agências.

 

Banco Original 

Está oferecendo taxa zero para pagamento de boleto no cartão de crédito, redução de juros para o parcelamento voluntário do cartão de crédito e prazo de 60 dias para pagamento de parcela de renegociação de dívidas, além de prazo de 60 dias para parcelamento de saldo de contratos em dia. As medidas são válidas até o dia 31 de maio


Safra

O banco possui uma linha, denominada de Limite Investidor Safra, tem uma taxa prefixada de 0,99% ao mês quando é solicitado o resgate de fundos de investimento. O prazo de validade da operação e o limite disponível para uso é definido no momento da contratação, que pode ser feita pelo aplicativo ou  internet banking. 

 

Caixa Econômica Federal

Entre as medidas anunciadas pela Caixa está a liberação de R$ 40 bilhões para pedidos de crédito para capital de giro, com foco em pequenas e médias empresas e negócios do setor imobiliário.
O banco também reduzirá as taxas de juros para as linhas de capital de giro, que agora partem de 0,57% ao mês e têm carência de 60 dias. Serão disponibilizadas ainda linhas de crédito especiais, com até seis meses de carência, para empresas dos setores de comércio e prestação de serviços, mais afetadas pelo momento.
Linhas de aquisição de máquinas e equipamentos também terão taxas reduzidas e carência de até 60 dias. 

 

Santander 

O banco aumentou em 10% os limites dos cartões de crédito dos clientes adimplentes. 

 

Bradesco 

Os clientes Bradesco poderão postergar o pagamento do financiamento da sua próxima parcela por 60 dias.

 

Itaú

Clientes Itaú poderão postergar o pagamento do financiamento da sua próxima parcela por 60 dias. Durante este período, será mantida a mesma taxa de juros, sem a cobrança de multa.
Após a redução pelo Copom da Selic para 3,75% ao ano, o Itaú também anunciou que reduzirá as taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas.
Para as empresas, a redução se aplica ao crédito para capital de giro e será válida a partir do dia 23. Hoje, o empréstimo nessa categoria tem taxas a partir de 0,99% ao mês com pagamento em até 60 meses e carência de 90 dias.

 

Banco Inter

O banco divulgou uma série de medidas para enfrentar os desafios causados pelo vírus. As ações incluem o aumento do prazo para pagamento das faturas, a liberação de mais TEDs e boletos gratuitos para correntistas PJ e MEI, além de iniciativas direcionadas aos idosos.

Com o aplicativo do Banco Inter, o Super App, é possível ter contato com mais de 100 parceiros para fazer tudo o que precisa sem sair de casa, além de estar ativa uma ação que promete dobrar as recompensas do marketplace do App, para que os usuários tenham ainda mais cashback.

 

Banco do Povo 

A instituição anunciou a liberação de R$ 25 bilhões em crédito subsidiado. A taxa de juros mensal será de 0,35%, para montantes que podem variar de R$ 200 a R$ 20 mil. O prazo para pagamento será de 36 meses, com carência de 90 dias.
As ofertas devem priorizar os setores mais afetados pela pandemia, como turismo, cultura e economia criativa. 

 

Banco de Brasília (BRB) 

O Banco prevê liberar até R$ 1 bilhão em crédito para empresas de todos os portes afetadas pela pandemia. A taxa de juros parte de 0,8% ao mês, com prazo de carência de até seis meses e prazo de 36 meses para pagamento. 

 

Governo do Rio de Janeiro 

O governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou linha de crédito emergencial de R$ 320 milhões destinada para microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas.
Os financiamentos terão prazos e carências estendidos e taxas de juros reduzidas. Para a contratação, serão estabelecidas parcerias com Sebrae, cooperativas de crédito, fintechs e entidades de classe.

 

Fiquem atentos, pois compartilharemos as atualizações sobre esses e outros tópicos nos próximos posts.

 

Até a próxima!

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